O “eu te amo” foi tão banalizado,
que hoje em dia o “vai se fuder” consegue ser mais sincero.
(Perdoem-me as pessoas "sensíveis" pelo palavrão rs...)
(Perdoem-me as pessoas "sensíveis" pelo palavrão rs...)
"Algumas vezes sabemos dentro de nós que devemos fazer qualquer coisa semelhante a plantar uma árvore, mesmo sabendo que nunca comeremos dos seus frutos nem descansaremos à sua sombra. Ou descobrimos que devemos aplicar-nos não tanto ao nosso pequeno problema, mas a reconstruir as ruínas imensas que nos rodeiam. E nunca como então somos tão grandes. E nunca como então estamos tão perto de nós mesmos".
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